quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Lágrimas são como brumas,
nos rodeiam e nos cegam sem aviso,
vindas de não sei onde,
invadem o nosso ser
e se transformam em poder.
Pecados jogados ao vento,
Demônios de nós mesmos,
sucumbindo por mais sangue,
com sede de saber
o verdadeiro saber.
Imagens disfoques pelas brumas
de minha´lma, sob a noite bela e cinzenta,
sou mais um no meio do inferno,
preste a cair mais um degrau
preste a sucumbir pelo meu desejo,
minha alma se lava de sangue,
infectando o anjo dentro de mim.
Sou mais um a cair,
sem niguém para me erguer,
dessa queda, é dificíl me reerguer,
sou pecador e a redenção não é para mim,
sou um demônio com um anjo dentro de mim,
sou apenas humano,
neste mundo sem fim.
nos rodeiam e nos cegam sem aviso,
vindas de não sei onde,
invadem o nosso ser
e se transformam em poder.
Pecados jogados ao vento,
Demônios de nós mesmos,
sucumbindo por mais sangue,
com sede de saber
o verdadeiro saber.
Imagens disfoques pelas brumas
de minha´lma, sob a noite bela e cinzenta,
sou mais um no meio do inferno,
preste a cair mais um degrau
preste a sucumbir pelo meu desejo,
minha alma se lava de sangue,
infectando o anjo dentro de mim.
Sou mais um a cair,
sem niguém para me erguer,
dessa queda, é dificíl me reerguer,
sou pecador e a redenção não é para mim,
sou um demônio com um anjo dentro de mim,
sou apenas humano,
neste mundo sem fim.



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