Sangue Branco  

sábado, 20 de setembro de 2008



Sangue branco que me corrompe
que me traga,
que me atormenta,
que me sufoca.

Trazendo soluços e gestos,
que só voz sabes tirar,
do mais nobre e audacioso guerreiro.

E tu que invade e corrompe
a alma dos mortais,
a alma das damas,
a alma da crianças.

Sois por vezes silencioso,
outras vezes barulhento.

Tu és o começo e o fim de um humano,
és nosso primeiro som,
e por vezes nosso último gesto.

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